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Título: Modelagem de um jogo digital para atividades de vida diária aplicado a criança com paralisia cerebral
Autor(es): Pereira-Guizzo, Camila de Sousa
Cunha, Sueli Neide Silva da
Sampaio, Renelson Ribeiro
Alves, Lynn Rosalina Gama
Miranda, Theresinha Guimarães
Palavras-chave: Paralisia cerebral
Jogo digital
Atividade diária
Data do documento: 2011
Editor: Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC
Resumo: Desenvolver práticas de atividades de vida diária é fundamental para a independência e autoestima de crianças com paralisia cerebral. As dificuldades de realizar tais práticas como, por exemplo, tomar banho, comer e vestir, podem ocorrer devido aos comprometimentos motores existentes. Diante da necessidade de despertar na criança com paralisia cerebral o reconhecimento de práticas cotidianas, esta pesquisa objetiva modelar um jogo educativo na temática das Atividades de Vida Diária (AVD) para criança com paralisia cerebral. Para atendimento a esta proposta, tem-se como objetivos específicos elaborar requisitos necessários para o desenvolvimento do jogo proposto; identificar nível de independência da criança nas atividades de vida diária; analisar os efeitos do jogo modelado para identificação dos objetos e suas respectivas ações nas AVD; relatar a interação da criança com o jogo digital em cada sessão. O jogo proposto trata-se de um jogo de memória, que foi desenvolvido para inserção no sistema embarcado de Comunicação Aumentativa e Alternativa, apresentando às crianças ações relacionadas às atividades de vida diária, tais como higiene, alimentação e vestuário. Participou do estudo uma criança com paralisa cerebral, com idade de 5 anos, do sexo masculino. Para coleta dos dados, foi realizada avaliação de necessidades dos sujeitos e, em seguida, entrevista com o responsável pela criança indicada para aplicação do Catálogo de Avaliação do Nível de Independência de Crianças de 4 a 8 anos nas Atividades de Vida Diária. Depois da amostra selecionada, foi realizado procedimento experimental, na perspectiva de delineamento intrasujeitos, com a apresentação de figuras relacionadas à AVD como linha de base. Partindo desta etapa, foi realizada a etapa de intervenção com o jogo modelado, realizada em oito sessões, com duração de aproximadamente 30 minutos cada. Os resultados de identificação de necessidades revelam que a criança apresenta semi-independência nas AVDs. A intervenção indica que a mediação com o jogo digital permitiu um crescimento de acertos das figuras durante as sessões, sugerindo que a criança ampliou a capacidade de associação de objetos às ações de AVD. Com esse trabalho foi possível reafirmar a importância da atividade lúdica para os processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança e, especificamente, com Paralisia Cerebral.
URI: http://repositoriosenaiba.fieb.org.br/handle/fieb/726
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