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Título: Tecnologia assistiva para crianças com paralisia cerebral sem oralidade: avaliação da comunicação durante atividades com jogos digitais
Autor(es): Pereira-Guizzo, Camila de Sousa
Ferreira, Maria Inês de Jesus
Sampaio, Renelson Ribeiro
Miranda, Teresinha Guimarães
Travassos Júnior, Xisto Lucas
Palavras-chave: Comunicação
Paralisia cerebral
Jogo digital
Tecnologia assistiva
Data do documento: 29-Ago-2011
Editor: Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC
Resumo: Na perspectiva da Tecnologia Assistiva e de sua aplicação no contexto da Comunicação Aumentativa e Alternativa, os jogos digitais podem ser produzidos e aplicados em atividades lúdicas junto às crianças com transtorno severo da fala com o intuito de ampliar a comunicação e, consequentemente, contribuir para a promoção do desenvolvimento infantil. Diante desses pressupostos, este trabalho tem por objetivo analisar a frequência de ocorrência das diferentes formas de comunicação de crianças com Paralisia Cerebral sem oralidade durante atividades com jogos digitais. Participaram desta pesquisa quatro crianças com Paralisia Cerebral sem oralidade, sendo três do sexo masculino e uma do sexo feminino com idades entre 7 e 12 anos. Todas as crianças apresentaram severos distúrbios na comunicação oral. Atentos às necessidades das crianças, três jogos digitais foram desenvolvidos nas temáticas: Segurança Alimentar, Segurança Pública e Cidade Sustentável. As atividades com os três jogos digitais ocorreram em cinco sessões, com duração de aproximadamente 30 minutos com cada criança. A partir da análise das filmagens e das anotações do diário de campo, foi possível identificar a ocorrência de cinco categorias de comunicação, na seguinte ordem decrescente: Vocal e não verbal, Não verbal, Vocal com ajuda, Não verbal com ajuda e Vocal. Ainda que nos três jogos digitais tenha sido observada a ocorrência dos diferentes tipos de comunicação, foi no jogo Alimentação que ocorreu maior frequência das categorias analisadas. Discute-se a importância da análise das diferentes possibilidades de expressão dessas crianças para o planejamento de intervenções mais eficazes, favorecendo, por sua vez, o desenvolvimento e a autonomia dessas Crianças com Paralisia Cerebral sem oralidade.
URI: http://repositoriosenaiba.fieb.org.br/handle/fieb/721
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