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Título: De Vygotsky à cultura da simulação - a emergência de novas formas de compreender o mundo
Título(s) alternativo(s): Formação de professores processos de aprendizagem: rupturas e continuidades
Autor(es): Alves, Lynn Rosalina Gama
Palavras-chave: LInguagem
Conceito
Oralidade
Pensamento
Data do documento: 2011
Editor: EDUFBA
EDUFBA
Citação: ALVES, Lynnn Rosalina Gama. De Vygotsky à cultura da simulação - a emergência de novas formas de compreender o mundo. In: FELDENS, Dinamara Garcia; NASCIMENTO, Ester Fraga Vilas Boas C.; BORGES, Fabricia Teixeira (Org.). Formação de professores processos de aprendizagem: rupturas e continuidades. Salvador: EDUFBA, 2011. p. 111-134.
Resumo: Vivemos em um mundo permeado por diferentes formas de comunicação que não se restringem mais à linguagem oral e escrita que durante muito tempo se constituíram nas tecnologias mais utilizadas para socializar o conhecimento produzido pela humanidade. Para Vygotsky (1993,1994) a linguagem se constitui no mais importante instrumento do pensamento que medeia as relações cognitivas, afetivas, sociais e culturais, entre outras. É através deste sistema simbólico que o indivíduo traduz a sua leitura de mundo, estabelecendo elos de ligação entre as suas questões subjetivas, ressignificadas a partir da sua imersão no universo da linguagem, emitindo sinais da sua percepção do ambiente. A linguagem é uma forma de dizer, de sinalizar algo, de apreender e interpretar o contexto, podendo se manifestar através da oralidade, da imagem, da escrita, dos gestos, das artes e comportamentos. Na perspectiva de Vygotsky (1993, 1994), a linguagem se constitui em uma função cognitiva, desenvolvida em dois níveis. Inicialmente, no nível interpsíquico ou interpsicológico, e, posteriormente, no nível intrapsíquico ou intrapsicológico, esse imbricamento entre esses dois momentos dá origem ao processo de internalização que ocorre no decorrer das interações sociais mediadas por instrumentos e signos, que são elementos que atuam no nível externo e interno, respectivamente, possibilitando a transfiguração de funções psicológicas elementares em superiores, constituindo-se, assim, parte integrante do processo da formação de conceitos, que atingirá o seu pleno desenvolvimento na adolescência. Ainda para esse autor, a formação de conceitos é uma operação dirigida pelo uso das palavras, que atuam como meio para centrar ativamente a atenção, abstrair determinados traços, sintetizar e simbolizar por meio de um signo.
Descrição: p. 111-134
URI: http://repositoriosenaiba.fieb.org.br/handle/fieb/694
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